CANTAR A REVOLUCAO:
AS REPRESENTACOES
DO ZAPATISMO NOS
CORRIDOS MEXICANOS.

Por Ana Cristina Borges.


INDICE

    INTRODUÇÃO. "Con su permiso, señores, voy a cantar un corrido".

    CAPÍTULO 1. "Las guitarras cuentan historias": os corridos no cenário cultural mexicano.

    1.1 Corrido mexicano: origens, regionalismo e expansão.

    1.2 "Voy a cantar un corrido": elementos literários e culturais.

    1.3 Da oralidade à impressão: os corridos e suas práticas sociais.

    CAPÍTULO 2. "Soy zapatista del Estado de Morelos": o zapatismo nos corridos.

    2.1 O zapatismo na Revolução Mexicana.

    2.2 A Revolução cantada: um novo olhar para o zapatismo.

    2.3 Narrativas e representações do zapatismo nos corridos.

    CAPÍTULO 3. "Recuerdos del general Zapata": a linguagem musical dos corridos e a construção de uma memória revolucionária.

    3.1 Entre o popular e o massivo: os corridos no pós-Revolução.

    3.2 "Testimonio Musical de México": os corridos zapatistas e seus lugares de memória.

    CONSIDERAÇÕES FINAIS. "Ya con esta me despido".

    FONTES.

    Fontes bibliográficas.

    Fontes digitais.

    Fontes discográficas.

    BIBLIOGRAFIA.

    ANEXOS.

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Fuente:


Ana Cristina Borges.
Cantar a Revolução: as representações do
zapatismo nos corridos mexicanos.
Universidad Federal de Uberlandia.
Programa de Posgradudados en Historia.
Tesis de Maestría. Asesor: Adalberto de
Paula Paranhos. Brasil, 2016. 153pp.